Categoria: Artigos

  • Grupo Press reforça estratégia de verão com Ô Xiss no Planeta Atlântida 2026

    Grupo Press reforça estratégia de verão com Ô Xiss no Planeta Atlântida 2026

    Pelo terceiro ano, o Grupo Press marca presença no Planeta Atlântida 2026 com uma unidade do Ô Xiss instalada no camarote do festival. Ícone da comida de rua gaúcha, a marca leva ao maior evento de música do litoral do Estado seus produtos de maior giro — Xiss Salada e Xiss Calabresa — e apresenta como novidade desta edição o Cachorro do Xiss, desenvolvido para o consumo ágil característico de grandes eventos.
    A participação integra a estratégia do Grupo Press de posicionar suas marcas em ambientes de alta circulação e forte conexão com o entretenimento ao vivo, utilizando eventos de grande porte como plataformas de visibilidade, relacionamento e geração de receita durante a temporada de verão. A expectativa da operação é comercializar cerca de 5 mil lanches ao longo dos dois dias de festival, reforçando o potencial de escala da marca em eventos de grande porte.
    Em Porto Alegre, o Ô Xiss soma quatro unidades: a matriz, em operação há sete anos na Padre Chagas, além das lojas no Cais Embarcadeiro, na Avenida Fernandes Vieira e no BarraShopping Sul. Em 2024, a marca deu um novo passo em sua trajetória ao ingressar no modelo de franquias, ampliando seu potencial de expansão e consolidando-se como um negócio escalável dentro do portfólio do Grupo Press.
  • Porto Alegre celebra a cultura do mate na Orla do Guaíba com evento gratuito dia 11 de outubro

    Porto Alegre celebra a cultura do mate na Orla do Guaíba com evento gratuito dia 11 de outubro

    A música é o coração que pulsa no evento, mas a alma é o chimarrão — tradição que atravessa gerações, a primeira rede social, a conexão mais genuína entre as pessoas. O grande ponto de encontro será a roda de chimarrão, unindo público de forma presencial e virtual em torno da mesma cuia.
    Antes de ser bebida, o mate foi gesto. Nasceu das mãos indígenas, atravessou séculos como símbolo de hospitalidade e segue, até hoje, sendo partilha. A cuia que passa de mão em mão é silêncio e conversa, aconchego e provocação. Nosso “cachimbo da paz”, a primeira rede social. A verdadeira conexão humana.
    É nesse espírito que Porto Alegre recebe, no próximo 11 de outubro, o evento A Hora do Mate, uma celebração gratuita à beira do Guaíba. A idealização, criação e iniciativa da A Hora do Mate é de Ernesto Fagundes e Joka Alovisi, que se uniram com Neto Fagundes e Ricardo Koech para realizar este evento que vai transformar a orla em cenário para uma grande roda de chimarrão — presencial e virtual —, reforçando o caráter universal de uma tradição que resiste sem preço, sem balcão, sem comércio: apenas no ato ancestral de compartilhar.
    A programação do dia inclui rodas de mate, espaços gastronômicos, shows diversos, brincadeiras para as crianças e a Alameda do Mate, onde o público poderá conhecer e aprender mais sobre a erva que moldou a identidade gaúcha. A curadoria da trilha sonora fica a cargo de Ernesto Fagundes, que conduz artistas convidados pelos Os Fagundes:Juliano Barreto (cantando Lupicínio Rodrigues), Pedro Veríssimo, Rafuagi e Renata Adegas (cantando Elis Regina) já confirmaram presença.
    Dois momentos especiais, às 11h30 e 17h30, farão da Orla do Guaíba um ponto de encontro global. Telões de led vão transmitir em tempo real rodas de chimarrão espalhadas pelo mundo, conectando Porto Alegre a diferentes culturas unidas pela mesma cuia.
    O público é convidado a chegar com sua cadeira, sua canga e seu mate para somar-se à grande roda. Um gesto simples, mas que, somado, vira memória coletiva.
    Entre os pontos altos do dia, a homenagem a Luis Fernando Verissimo, cronista das miudezas e ironias cotidianas, mestre em traduzir a alma gaúcha em palavras e humor.
    Ernesto Fagundes antecipa: “O chimarrão é mais do que uma bebida: é rito, é símbolo. A cuia que passa de mão em mão aproxima olhares e cria silêncio para que a palavra nasça. É a única bebida no mundo que não se vende — apenas se compartilha. Um gesto ancestral que, à beira do Guaíba, se transforma em encontro, em cultura e em memória viva do nosso povo.
    Joka Alovisi complementa: “A Hora do Mate nasceu de uma roda de mate minha com o Ernesto, quando percebemos que precisávamos celebrar a grandeza dessa tradição. O chimarrão é nosso cachimbo da paz, a conexão mais humana que existe. Mais do que bebida, ele acolhe, troca, une. Uma tradição que circula por todos os cantos do mundo e nos lembra, sempre, de quem somos.
    O evento tem o patrocínio da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul e das Secretarias de Cultura e Desenvolvimento Econômico, Turismo e Eventos de Porto Alegre e pretende reunir gerações em torno da mesma cuia, com o pôr do sol do Guaíba como testemunha.
    SERVIÇO
    A Hora do Mate
    Data: 11 de outubro
    Programação completa em horários:
    Alameda do Mate:
    Palco:
    Local: Orla do Guaíba – Porto Alegre
    Evento gratuito
    Apoio do Governo do Estado do RS e da Prefeitura de Porto Alegre
    Informações Imprensa: Tati Feldens (51) 9.9836.8652
  • O Silêncio das Urnas

    Iniciava-se mais um período do Processo de Eleições Diretas (PED) no Partido dos Trabalhadores. O segundo turno se anunciava como novo capítulo de um processo democrático construído a muitas mãos. Eis que, de súbito, surgem as notícias: acordos foram firmados entre os candidatos e suas respectivas correntes. Aparentemente, tudo em nome da unidade. Mas que unidade é essa que nasce à revelia do voto?

    As eleições sempre foram — e deveriam ser — o ápice da democracia. E o Partido dos Trabalhadores, desde sua fundação, orgulhou-se de ser a exceção que não confirma a regra: o único partido que realiza eleições diretas para seus diretórios municipais, estaduais e nacional. Um partido de massa, de base, que carrega em sua história o suor dos operários, o grito das mulheres, o punho cerrado da juventude, o canto dos povos do campo e da cidade.

    No entanto, agora, um acordo fechado nos bastidores do Rio Grande do Sul e de Porto Alegre cala a militância. De uma hora para outra, os filiados e filiadas — aqueles e aquelas que enfrentaram filas, discutiram teses, panfletaram nas praças e carregaram as bandeiras nas costas — perderam o direito de votar no segundo turno. Não por vontade própria. Não por falta de engajamento. Mas por força de um acerto entre lideranças que decidiram dividir os mandatos como se fossem fatias de um bolo.

    Onde está a democracia que tanto defendemos? Onde foi parar o princípio do “um petista, um voto”? De que vale todo o processo, toda a mobilização, se a escolha final é feita por cima, nas mesas de negociação?

    Houve-se muito falar em unidade. Em pacificação. Em composição. E, claro, é sempre louvável buscar consensos. Mas que consensos são esses que prescindem da consulta à base? Que construção é essa que começa com a porta fechada para a militância? A democracia não é feita apenas de discursos bonitos, mas de práticas concretas. E o que se viu foi o contrário disso.

    É nesse momento que o partido precisa se olhar no espelho. Relembrar de onde veio. Reafirmar seus princípios. Porque não se trata apenas de uma eleição. Trata-se da confiança que cada militante deposita ao vestir a camisa do PT. Trata-se de respeitar a trajetória de quem acreditou, mesmo quando era mais fácil desistir. Trata-se de preservar a alma do partido: a participação.

    Não é tempo de fazer política como sempre foi feita. É tempo de reafirmar o que sempre nos diferenciou. Porque sem base, não há direção. Sem voto, não há legitimidade. E sem democracia, não há Partido dos Trabalhadores.

    Que este silêncio das urnas ecoe como um chamado. Que sirva de alerta. E que, na próxima esquina da história, possamos escolher não o caminho mais curto, mas o mais justo.

    Porque no PT, quem manda é a base. Ou, pelo menos, deveria ser.

  • ​Livro “+FFRI” propõe jornada prática rumo à liberdade pessoal com felicidade, saúde, prosperidade e inteligência

    ​Livro “+FFRI” propõe jornada prática rumo à liberdade pessoal com felicidade, saúde, prosperidade e inteligência

    Em um mundo cada vez mais barulhento, imediatista e cheio de distrações, a proposta do livro “+FFRI – +Feliz +Fit +Rico +Inteligente” ( se pronuncia mais free, que em  português significa mais livre) é simples e ousada: convidar o leitor a uma vida com mais liberdade. A obra pode ser adquirida ao valor de R$ 59,90 pelo site maisffri.com.br.

    Escrito a quatro mãos por Bertran S. Filomena, estrategista de negócios, e Júlia Neves, advogada e professora universitária, o livro nasce da vivência do casal e da busca pessoal por uma vida mais equilibrada, saudável e significativa. “A ideia surgiu quando percebi que muitas das coisas que nos cercam — notícias, conflitos, fofocas — apenas nos desviam do que realmente importa. Comecei a me perguntar se cada decisão me tornaria mais feliz, mais rico, mais inteligente. E depois, percebemos que faltava algo essencial: a saúde. Assim nasceu o +FFRI, com o ‘F’ de Fit”, conta Bertran.

    Mais do que uma proposta teórica, o livro é resultado de uma prática cotidiana adotada pelo casal desde 2021, quando começaram a sistematizar os aprendizados em anotações no celular. “É um sonho realizado poder compartilhar com outras pessoas os princípios que fizeram diferença em nossa vida. Este não é um livro de autoajuda, mas de ação. Ele foi feito para ser aplicado, vivido”, completa Júlia.

    Com um estilo direto e acessível, “+FFRI”apresenta 14 caminhos para a liberdade, desafiando o leitor a questionar velhos hábitos e experimentar novas formas de viver. O prefácio da obra já antecipa o tom da leitura: trata-se de um manifesto por uma vida com mais autenticidade, propósito e leveza — e menos “tem que”. “Nosso desejo é que as pessoas deixem de seguir a boiada e passem a viver com mais propósito. Que não sejam prisioneiras da tristeza, da doença, da pobreza e da ignorância. Queremos que este livro seja testado, praticado, e que transforme realidades”, afirmam os autores.

    Sobre os autores:

    Bertran S. Filomena é empresário, estrategista de negócios, mestre em Administração, pai da Sophia e entusiasta do autodesenvolvimento.

    Júlia Neves é advogada, doutora em Direito, professora universitária, esportista e acredita na harmonia entre carreira, bem-estar e vida em família. É mãe da Sophia e parceira de vida de Bertran.

    SERVIÇO

    O QUE: Lançamento do livro “+FFRI – +Feliz +Fit +Rico +Inteligente”
    AUTORES: Bertran S. Filomena e Júlia Neves

    EDITORA: Buqui

    PÁGINAS: 248

    PREÇO SUGERIDO: R$ 59,90

    SIGA NAS REDES: @mais.ffri

    Acesse o site: https://maisffri.com.br/

    Júlia e Bertran
    Fotos: Moara Britto

     

     

  • Diagnóstico precoce do autismo: conhecimento que transforma vidas

    Diagnóstico precoce do autismo: conhecimento que transforma vidas

    Especialista em autismo, psicóloga Luciana Mota explica os primeiros sinais, o papel da intervenção precoce e orientações essenciais para famílias e profissionais

    Com um enfoque crucial na conscientização e na busca pelo diagnóstico precoce, o livro “Autismo: Quando o diagnóstico chega” vol. 2, da Literare Books International, é uma referência para pais e profissionais que buscam compreender o autismo de maneira prática e sensível. A obra ressalta a importância da intervenção precoce com estratégias baseadas em evidências, que apoiam o desenvolvimento e bem-estar de crianças autistas.

    Um dos capítulos de destaque, “Quem sou eu e por que estou aqui”, assinado pela psicóloga Luciana Mota, especialista em Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e intervenção precoce, explora profundamente o impacto que o diagnóstico do autismo pode ter na vida das famílias. Com mais de duas décadas de experiência, Luciana compartilha sua jornada pessoal e profissional, oferecendo um relato sensível sobre o acolhimento às mães e às crianças em situações de vulnerabilidade emocional. “O papel dos profissionais é tanto técnico quanto humano. Oferecer apoio genuíno às famílias é essencial”, diz a autora.

    Luciana orienta que os pais devem buscar especialistas experientes ao perceberem sinais como contato visual limitado, atraso nos atos comunicativos, alterações sensoriais, de sono e alimentares. Segundo ela, “um diagnóstico antes dos 24 meses é possível e pode fazer toda a diferença no futuro”. Para isso, é necessário que seja feito por profissionais experientes, com uso de métodos “Padrão Ouro”, embora o processo envolva uma complexa montanha-russa de emoções para as famílias. Após a confirmação, a profissional recomenda que as famílias se dediquem a atividades práticas e ao estudo sobre o autismo.

    Inspirador e acolhedor, o capítulo de Luciana no livro não apenas traz orientações práticas e desmistifica mitos, mas também encoraja a inclusão social e oferece um verdadeiro suporte às famílias e aos profissionais da área. A obra é uma leitura indispensável para quem busca conhecimento e compreensão profunda sobre o autismo e a importância de sua identificação precoce.

    Mais informações
    Livro: Autismo: Quando o diagnóstico chega – vol. 2
    Capítulo: Quem sou eu e por que estou aqui
    Editora: ‎ Literare Books International – 1ª edição – 2024
    Idioma: Português
    Páginas: 408
    Preço de capa: R$ 68,90
    Dimensões: 15,7 x 23 cm | Categoria: Não Ficção
    ISBN (físico): 978-65-5922-945-1 | ISBN (digital): 978-65-5922-942-0
    Onde comprar: Clinica Reabilitar em Sinop/MT | Amazon | Kindle | Loja Literare Books | Livrarias Físicas | Plataformas Digitais 

  • Gaúcha que conquistou o Centro-Oeste autografa na Feira do Livro de Porto Alegre

    Gaúcha que conquistou o Centro-Oeste autografa na Feira do Livro de Porto Alegre

    Tatiana Guimarães assina Linhas do Tempo, no dia 8 de novembro, às 17 horas.

    Um livro de uma escritora gaúcha que é sucesso no Centro-Oeste antes mesmo de ser lançado no Rio Grande do Sul. “Linhas do Tempo”, de Tatiana Guimarães, é para ser degustado aos poucos. A obra trata de temas como saúde emocional, superação e autoconhecimento, e será lançada na sexta-feira, 8 de novembro, às 17 horas, na Praça de Autógrafos da Feira do Livro de Porto Alegre.

    Natural de Três de Maio, Tatiana Guimarães atualmente reside em Campo Grande (MS) e Goiânia (GO). Além de escritora, também é médica e palestrante, com atuação na medicina há mais de 25 anos. Em sua trajetória, reuniu o dom da medicina com o dom da escrita, herdado do avô, o gaúcho Francisco Sales Guimarães, que possui nove obras publicadas em defesa da educação integral. A primeira obra literária de Tatiana foi o livro “Quase Poesia”, rapidamente esgotado, que aguarda segunda edição.

    “Linhas do Tempo” foi lançado em julho em Campo Grande e conquistou elogios da imprensa e da Academia Sul-Matogrossense de Letras e da Academia Goiana de Letras. A obra, com 150 páginas, publicada pela editora Totalbooks, traz reflexões para o desenvolvimento pessoal e humano.

    “Os temas abordados nos fazem refletir sobre a condição humana e questionar o nosso modelo de sociedade”, pontua o editor Paulo Fitz. Em cada parágrafo, há uma descoberta; em cada nova página, uma conquista, levando o leitor a vivências propulsoras para o autoconhecimento e, consequentemente, à coragem e à superação.

    Sessão de Autógrafos:

    Livro: Linhas do Tempo
    Autora: Tatiana Guimar
    ães
    Data: 8 de novembro
    Hor
    ário: 17 horas
    Editora: Totalbooks
    Valor: 56,00
    Instagram: @dratatianaguimaraes